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Coyote Valvulado

Coyote Valvulado

About

COYOTE VALVULADO

Vintage, tranqüilo, dançante, atual, voraz, viajante e revolucionário

Bateria, baixo, guitarra, gaita, voz e ideias: esses são os elementos usados por quatro artistas que, quando juntos, tornam-se a Coyote Valvulado. Fundada em 2001 em Londrina (PR) pelo cantor, compositor e gaitista Oswaldo Coyote, a banda faz a mistura perfeita de blues e rock com letras divertidas e muita disposição para conquistar plateias no Brasil. Unindo o groove do blues e a distorção do rock ’n’ roll, os integrantes concebem sons fortes e ímpares.

O músico Oswaldo sempre teve uma ligação especial com animal que dá nome à banda. E toda vez que se apresentava, pedia um amplificador emprestado e lançava a pergunta que virou marca registrada: “é valvulado?”. Da fusão dessas duas referências nasceu uma criação autoral e irreverente: um animal extremamente sincero, com uma válvula na cabeça, que simboliza tanto a intensidade sonora quanto a personalidade crua e sem filtros do artista. Assim surgiu o “Coyote Valvulado”, alter ego que traduz em imagem e atitude a essência criativa de Oswaldo.

Em 2003, Oswaldo desembarcou no Rio de Janeiro com um objetivo claro: montar uma banda e buscar espaço no mercado fonográfico. Em apenas seis meses já se apresentava na cena local e, após o primeiro ano na capital, mudou-se para Niterói, onde o projeto ganhou forma definitiva. A Coyote Valvulado se consolidou como banda, amadureceu o repertório e firmou seu nome no circuito independente. Liderada por Oswaldo Coyote (vocal e gaita), a atual formação conta com Rod Wolf (guitarra), JJ/Jamiro Jr. (baixo) e Ramon Cilirio (bateria).

A banda frequenta a mesma vibe de artistas como Raul Seixas, Sergio Sampaio, Ventania e Júpiter Maçã. Algumas de suas influências declaradas são Big Bill Bronzi, Jaco Pastorios, Cazuza, Lou Reed, Elvis Presley, Charles Mingus, Nina Simone, Alberta Hunter, Little Walter, Creedence, Jimi Hendrix, Robert Johnson e Chuck Berry.

Em 2010 lançou o seu primeiro álbum homônimo (selo Astronauta Discos/distribuição Tratore), que alcançou uma boa recepção na crítica especializada, com destaque nos jornais O Globo, O Fluminense, além da Revista Back Stage. Em 2014, chegou de forma totalmente independente “Velório no Bar”, com 10 músicas. O álbum teve o apoio da Editora Multifoco e foi gravado nos estúdios do Centro da Música Carioca Artur da Távola, pelo Projeto “Estúdio Carioca”. A faixa-tema se tornou hit nas rádios de Portugal e EUA. Em 2019, Oswaldo Coyote é contemplado mais uma vez com o projeto Estúdio Carioca e dessa vez é gravado o single. “Filme de Terror (Saudade do Meu Amor)”, com participação de Lucas Manhães na guitarra.

Após mais de uma década lançando seus álbuns de forma completamente independente, Coyote Valvulado volta ao selo Astronauta, onde fez sua estreia na indústria fonográfica. Em 2021, o EP “Jumento Fardado” foi lançado pelo selo, com distribuição da gravadora Universal Music Brasil. Produzido em Londrina (PR) durante a pandemia, o trabalho conta com três músicas inéditas, duas com Alessandro Prog, parceiro musical de longa data de Oswaldo Coyote. A capa é um desenho inédito e exclusivo de Bernardo Domingos. Coyote imprime sua voz rascante, em canções que mergulham no blues, na gaita e apresentam letras ácidas e afiadas, que trazem críticas sociais sob a moldura do blues e do folk. O resultado é um som orgânico e com forte identidade raiz.

A banda acaba de lançar a versão ao vivo de “Pássaro Louco”, gravado em julho de 2025 no Teatro do Senac Copacabana (RJ). O trabalho marca a estreia SAS Produções no gerenciamento do grupo.

Com uma trajetória marcada pela presença constante nos palcos, o grupo acumula apresentações em importantes festivais e casas de show do Rio de Janeiro e de outros estados. Ao longo dos anos, integrou a programação do Festival de Angra dos Reis (2006), Festival Semp Toshiba Planet Banda Antes (MTV/2008), Festival MADA (2011), Aldeia Rock Fest (2013), Festival 100 Bandas – Rua Ceará (2024-2025), Carnarock (2025-2026) e Festival Vaca Brava (São Thomé das Letras/MG, 2025), entre outros. Também passou por espaços tradicionais da cena independente, como Bar Bukowski (2021), Audio Rebel (2025), Palco Lapa 145 (2022-2024), Mississippi Delta Blues (2024) e O Pecado Mora Ao Lado (2025-2026), Cinemathèque JamClub (2010), consolidando sua atuação em diferentes circuitos e reforçando sua conexão com o público em diversas regiões.